Morreu o poeta.
O poeta que cantava a dor
O amor, a paixão, a alegria.
Que agradava gerações
E falava da vida.
Que sorria entre lágrimas
Que sofria em agonia.
Incompreendido, rebelde
E sozinho.
Era ele o mais nobre poeta
Que amou e lutou
E jamais se calou.
Morreu o poeta.
O poeta que sonhou
O mais puro sonho.
E iluminou as mais fúteis ilusões.
Na sua dor discriminada
Ele sofreu calado.
E viveu numa intensa
E breve poesia.
Um poeta que na imperfeição da humanidade
Cantava à busca de perfeição.
Morreu o poeta.
Místico e fechado
Que nos deixou
Sem saber o quanto foi amado.
Poema feito em memória do cantor e
Compositor Renato Russo.


Leia este blog no seu celular